Não gosto de plágio! E você?

March 9th, 2010 Denise Rangel Postado em Arte e Literatura | 2 Comentários »

A tradutora Denise Bottmann é autora de “Não gosto de plágio“, um blog de utilidade pública,  onde  ela denuncia  editoras que utilizam plágios de tradução. Várias editoras já tiraram de circulação obras que ela identificou como plágios; outras não se manifestaram; mas duas (Landmark e Martin Claret) entraram com um processo contra ela.

Não aceitamos tal prática e queremos as editoras que cultivam o hábito de plagiar obras fora do mercado.  Se  você também não compactua com tal procedimento, ajude a divulgar a questão, de interesse público, em seu blog e Twitter,  em sua lista de contato, enfim, vamos acabar com esta injustiça.

O plágio nas traduções é um crime de direito autoral e torna a concorrência no mercado editorial desleal, pois:

1. fere a Lei de Direitos Autorais, que considera o tradutor como autor de obra derivada e salvaguarda seus direitos morais e patrimoniais;

2. configura concorrência desleal, pois as editoras de má-fé, não arcando com os custos dos direitos de tradução ou não pagando por uma retradução, põem em desvantagem as editoras que, pautando-se pela idoneidade, assumem tais custos;

3. atenta contra nosso patrimônio cultural, ao disseminar a cópia fraudulenta de obras muitas vezes assinadas originalmente por nomes reconhecidos e estimados de nossa literatura.

(L&PM Editores)

Se desejar ( e eu espero que sim), assine o manifesto de apoio à Denise Bottmann, processada pelas editoras, por denunciar a prática de traduções plagiadas.  As editoras e livrarias precisam saber que o público em geral também não gosta de plágio.

Não gosto de plágio! E você?

Leia e assine o Manifesto de apoio a Denise Bottann
Apoio Denise Bottmann

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Bombons com sabor de sangue

March 6th, 2010 Denise Rangel Postado em Dia Internacional da Mulher, Universo feminino, Vida em sociedade | 1 Comentário »

Adoro ganhar flores e bombons por outros motivos;  não para comemorar o Dia que marca a chacina de mulheres que lutavam pelo  direito de estar em casa com suas famílias, com uma jornada de trabalho mais justa e humana.

O Dia Internacional da Mulher, embora considerado  ‘festivo’ (erroneamente, julgo eu),  foi criado para trazer à reflexão a trajetória da mulher ao longo dos séculos. Trajetória de luta, dor, sofrimento, derrotas e conquistas.

Ainda há quem quem desconheça (ou ignore propositalmente) que este dia foi criado em memória às trabalhadoras fabris de uma indústria têxtil de Nova Iorque, que, no dia 8 de março de 1857, em greve, ocuparam a fábrica para reinvindicar a diminuição da jornada de trabalho. Com as operárias trancadas, a fábrica foi incendiada pelos patrões, causando a morte de 129 mulheres.

Meio século depois, em 1910, no II Congresso Internacional das Mulheres Socialistas, em Copenhague, Dinamarca, Clara Zetkin – principal delegada alemã e editora do jornal socialista A Igualdade –, propôs que a data  do massacre  às operárias  de Nova Iorque fosse um referencial para que todas as mulheres comemorem suas lutas  e vitórias por direitos conquistados e prestem  homenagens às mártires em todo o mundo.

Bombons e flores? Mas, por quê?

Penso que presentes no Dia da Mulher é uma forma de desvirtuar o sentido da data, que é de luta e reflexão. Quando somos presenteadas ou homenageadas no Dia Internacional da Mulher,  ao dizerem: “Parabéns pelo seu dia”, eu interpreto assim: “Discriminada, desrespeitada, violentada? Tome estes cartões, bombons e flores; seja boazinha e fique bem quietinha! Nada de protestos, lutas ou reflexões,ouviram!”

No Dia Internacional da Mulher, NÃO quero apenas flores, bombons, nem parabéns. Não são os bombons, as flores e  os sorrisos que me  incomodam; mas o desvirtuamento do sentido da data.  É necessário que haja, também, discussões sobre o fato de que, embora tenhamos conquistado muitos direitos que nos foram negados, ainda há muito pelo que lutar contra os abusos históricos cometidos contra as mulheres.

O que nós queremos?

Visite o Portal da Violência Contra a Mulher e veja o porquê de tanta indignação. Queremos punição mais severa para os agressores – espancadores de mulheres, abusadores,  pedófilos e estupradores. A volta do agressor denunciado ao convívio com a família, estimula a prática do silêncio e  da não denúncia de abusos sofridos  por mulheres e seus filhos, por não se sentirem  protegidos pelo Estado, que trata este drama vivido pelas mulheres como um assunto pouco importante. Infelizmente, a Justiça brasileira só pune os agressores em casos de homicídios de mulheres. Isto é revoltante!

Queremos o fim da violência doméstica; da exploração dentro de casa, em triplas jornadas de trabalho; da desigualdade salarial, da desvalorização da mulher na mídia! Queremos o fim da  contaminação, pelo próprio parceiro, com doenças como AIDS e HPV! Queremos o fim das humilhações culturais, das discriminações  e da impunidade aos agressores!

Queremos os bombons e as flores!

Para  homenagear as mulheres que venceram preconceitos, humilhações, obstáculos e  que merecem nossa admiração como símbolo de resistência e coragem, para conquistar direitos negados pelas constituições. E para lembrar que ainda estamos muito distantes de conquistar outros tantos que  nos assegurem liberdade e igualdade, no trabalho,  no lar e na sociedade.

Enquanto a Sociedade e o Governo discutem o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH3), que, entre outros temas prevê o apoio à  implementação do Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres e a avaliação do cumprimento da Lei Maria da Penha, com base nos dados sobre os tipos de violência, agressor e vítima; creio que é oportuno lembrar os direitos das mulheres, segundo a Organização das Nações Unidas – ONU:

  1. Direito à vida
  2. Direito à liberdade e a segurança pessoal
  3. Direito à igualdade e a estar livre de todas as formas de discriminação.
  4. Direito à liberdade de pensamento
  5. Direito à informação e a educação
  6. Direito à privacidade
  7. Direito à saúde e a proteção desta
  8. Direito a construir relacionamento conjugal e a planejar sua família
  9. Direito à decidir ter ou não ter filhos e quando tê-los
  10. Direito aos benefícios do progresso científico
  11. Direito à liberdade de reunião e participação política
  12. Direito a não ser submetida a torturas e maus-tratos

Pensem nisto, com bombons e flores, com açúcar e com afeto. E, sobretudo, com respeito e responsabilidade.

imagem: daqui

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Plante árvores com torpedos Vivo

March 5th, 2010 Denise Rangel Postado em Eventos, Meio ambiente, publieditorial | Quer comentar? »

Vivo cria ação verde no Twitter para reflorestamento de mata nativa.

A Vivo , em parceria com o Instituto Ipê, convida você a reflorestar milhares de árvores usando mensagens enviadas à rede social Twitter. Cada twittada postada até o dia 10 de março de 2010, equivale a 1 m² de mata nativa reflorestada.

Para participar da ação, basta enviar, de seu perfil no Twitter, uma resposta à pergunta “O que você faria com  muitos torpedos?”, seguida da tag #oquevcfaria.

Para a twittada ser válida você  precisa responder a pergunta acima e colocar a tag #oquevcfaria. Não serão contados retweets. As respostas enviadas passarão por moderação e os twitts serão publicados no site da ação – www.vivo.com.br/oquevcfaria.

Exemplo:  #oquevcfaria  Se eu tivesse muitos torpedos, convocaria todos os meus amigos para participar desta promoção e ajudar a preservar o meio ambiente!  @deniserangel

Para saber mais sobre a ação, assista ao vídeo acima e visite o site da campanha. Divulgue para seus amigos e ajude você também a plantar um futuro melhor.

Participe! Você tem até 10 de março de 2010 para enviar sua twittada. Para reflorestar milhares de árvores, não vamos usar sementes: vamos usar torpedos!

Serviço:

Vivo Torpedos: #oquevcfaria
Ferramenta: Twitter
Quando: até 10 de março de 2010
Informações: Vivo

* Este post é um publieditorial.

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Um defunto! Na minha escola, não!

February 28th, 2010 Denise Rangel Postado em Arte e Literatura, Educação e ensino, Projeto de leitura, Vida de Mestra | 1 Comentário »

Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo.

(Machado de Assis. Memórias póstumas de Brás Cubas)

Quem conhece a obra citada, sabe que Machado de Assis criou um narrador – Brás Cubas, que resolve contar sua vida depois de morto. É a história de um morto que resolveu escrever suas memórias. Assim, já que não pertence mais ao mundo terreno, o narrador situa-se além de nosso julgamento e não está preso a nenhum código moral ou social.Desta forma, pode livremente expor, de forma irônica, os privilégios da elite da sociedade carioca do século XIX. Isto torna-se claro para quem lê a obra.

Entretanto, quem não conhece esta, ou qualquer obra literária, não devia tecer juízos de valor a respeito dela, principalmente quando se trata  de uma obra machadiana. E a situação é mais constrangedora ainda, quando o desconhecedor da obra  é uma pessoa que se intitula educadora e “dona” da instituição de ensino, na qual só se faz o que ela determina. Já imaginaram um dono de clínica, que não seja neurocirurgião determinando que materiais o médico pode usar na cirurgia?

Livro que tem defunto na “minha” escola, não!

Algo semelhante ocorreu comigo. Indiquei, certa vez,  a obra Memórias Póstumas de Bráz Cubas, citada acima, para meus alunos do curso de Literatura.  Uma obra clássica, analisada há décadas em qualquer instituição de ensino, cujo enredo não tem nada de ofensivo, salvo para a elite criticada na obra, se fosse o caso. Tive a infeliz ideia de ilustrar um texto,  que distribuí para a turma, com uma cena do livro em que o defunto aparece deitado sobre uma mesa, cercado de velas. Foi a gota d’água!

A educadora-dona-da-escola recebeu a “denúncia” de alguns pais e veio tomar satisfações. Quando tentei explicar que tratava-se de um a célebre obra de Machado de Assis, cuja narrativa utiliza um autor defunto para  expor problemas de nossa sociedade que existem até hoje, ela não me deixou continuar:

– Eu não quero saber de livro que tem defunto na “minha” escola! Não me interessa se é clássico, se é célebre ou o (palavra “impublicável”)!

Não houve argumento que a convencesse. Ficou claro que ela nunca lera  Machado. Talvez , obra alguma, arrisco-me a julgá-la. E, para manter meu emprego, suspendi o trabalho com  as memórias póstumas  de Brás Cubas, que  nesta hora,  junto com Machado, reviravam-se em suas tumbas, diante de tanta insensibilidade  e ignorância a respeito de um  romance de tanta profundidade e sutileza.

Pais e educadores não foram capazes de perceber a importância de um texto, nada “defunto”,  pelo contrário, vivíssimo. que atualiza, de forma irônica, os processos em que nossa sociedade  foi formada, suas contradições e os desmandos e autoritarismos que ainda hoje estão presentes.

imagem: daqui

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Bafo de cebola? Resista a este prato, se for capaz!

February 26th, 2010 Denise Rangel Postado em Nutrição e saúde, Receitinhas | 3 Comentários »

Gostou? Tem receitinha no final :)

Comer cebolas não é um hábito muito cultivado, por conta do forte cheiro que deixa o hálito impregnado. Embora haja maneiras mais agradáveis de degustá-las, ainda assim, a pobrezinha é injustamente preterida.

O fato é que a cebola tem muito poder. Ela  é tiro e queda para combater micróbios, verrugas, prisão de ventre e até insônia.  Cardiologistas e nutricionistas garantem seus efeitos terapêuticos e antiinflamatórios,  por ser  um alimento rico em flavonóide, um antioxidante que age contra os radicais livres, grandes responsáveis pelo envelhecimento precoce, e  diminui a oxidação das placas de gordura nas artérias, prevenindo doenças cardíacas.

O famigerado bafo

Quando se cogita em comer cebolas, a primeira ideia que nos ocorre é seu cheiro característico e desagradável. Qual a solução, então, para a halitose – o famigerado bafo - que atormenta quem gosta dessa deliciosa iguaria?  Um segredinho é cortá-la bem fininha e consumi-la com salsinha para eliminar o mau-hálito. “Ah, mas ainda tem o problema do cheiro nas mãos”, vocês dirão. Este é fácil de resolver: basta esfregar as mãos em borra de café.

Há um outro truque, para os menos apressadinhos (o que não é meu caso), que consiste em escaldar as cebolas em água fervendo e deixá-las nessa água por 2 minutos. Em seguida, escorrê-las e descascá-las sob água fria. Confesso que não tenho paciência para tanto.

Os paliativos para perfumar o hálito, após comer cebolas, são muitos. Um deles é morder uma ou duas fatias de limão bem salgado. Já imaginaram? Após comer aquela salada deliciosa e acebolada, peça ao garçom um limão cortado em fatias, passe-as no sal e mande ver. Alguém já tentou esta façanha?

Cebolas fritas – o segredo

Brincadeiras à parte, sejamos justos: com bafo ou não, as cebolas são deliciosas! E, para ilustrar este post e deixar todos com água na boca,  vou contar o segredo do preparo destas maravilhosas cebolas fritas:

  • Primeiro, deve-se cortar uma cebola grande em fatias muito finas. Em seguida, aquecer 2 xícaras de manteiga e despejar sobre as cebolas. Depois, misturar 2 colheres de sopa de vinagre branco em 2 xícaras de leite e despejar sobre as cebolas em tiras. Deixar repousar por pelo menos uma hora.
  • À parte, misturar 2 xícaras de farinha de trigo e 1 colher de sopa de sal, em uma tigela. Se preferir,  acrescentar pimenta  moída (eu dispenso a pimenta).
  • Aquecer 1/2 litro de óleo de canola em uma panela, a uma temperatura de 375°. Passar punhados de anéis de cebola na mistura da farinha, mergulhá-los no óleo e fritá-los até ficarem douradinhos. Em seguida, coloque-os para escorrer em papel toalha.
  • Finalmente, devore-os, sozinhos ou acompanhados. Nham, nham..

Bafo de cebola? Resista a este prato, se for capaz! Depois, aproveite para testar um dos truques sugeridos para acabar com o famigerado!  :)

Foto: Mike Saechang

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Lixo orgânico transformado em adubo

February 22nd, 2010 Denise Rangel Postado em Faça a sua parte, Meio ambiente, Rede Ecoblogs | Quer comentar? »

Continuando a série de posts sobre a Flexpedition 2010, da qual participei como expedicionária, para conhecer em detalhes ações de cunho sustentável da GM.

Mais uma iniciativa sutentável demonstra o forte compromisso da GM  com o Meio Ambiente. Trata-se da utilização do processo de compostagem no Campo de Provas da Cruz Alta, em Indaiatuba, visitada pelos jornalistas na Flexpedition 2010.  Este processo de compostagem evita, desde 2004, que cerca de 2.400 toneladas de lixo orgânico sejam jogadas nos aterros sanitários das cidades onde se localizam suas unidades industriais.

A compostagem é a reciclagem do lixo orgânico, formado pelas sobras de alimentos dos restaurantes das fábricas da GM. Por meio de processos de fermentação, os resíduos são transformadas em adubo orgânico que pode ser reaproveitado na Natureza.

No minhocário (foto acima), o material orgânico é misturado ao solo e as minhocas fazem seu trabalho de aeração e adubação, tornando a terra mais fértil, fofa e preparada para o plantio.  O adubo natural é utilizado nas áreas verdes das unidades da empresa, nos 80.000 m2 das plantações de macadâmias do Campo de Provas da Cruz Alta, em Indaiatuba, e em mais de 45.000 árvores na área de reflorestamento.

Ao invés de poluir o meio ambiente com os restos de alimentos gerados nos restaurantes de suas fábricas, a GMencontrou, na compostagem, uma alternativa para a destinação do lixo orgânico e, ao mesmo tempo, a solução para parte da poluição gerada por estes resíduos.

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Campus Party marcou a minha agenda

February 20th, 2010 Denise Rangel Postado em Faça a sua parte, Meio ambiente, Rede Ecoblogs | 2 Comentários »

Fita do crachá vira marcador de agenda

Desde que voltei da Campus Party,  a maior festa mundial da Internet, mantive guardado o lindo crachá que ganhei lá. Fiquei imaginando de que maneira poderia reaproveitá-lo mais tarde. E hoje, quando preparava minhas aulas (que o ano letivo começa agora), precisei de mais um marcador para minha agenda, além da fitinha que já vem colada nela.

Abri a gaveta da escrivaninha e procurei algo que servisse para fazer um marcador. Deparei-me com o crachá da Campus Party e não tive dúvidas: cortei a fita um pouco maior que a medida da agenda, deixando o pedaço com a argola para fora. Colei a ponta  da fita cortada, na parte interna da capa da agenda.

Pronto! Transformei a fita do crachá em um lindo e diferente marcador! Agora, posso dizer que a Campus Party marcou e continua marcando a minha agenda.

E você, o que faz com seus crachás de eventos?

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Reflorestamento e Preservação de áreas verdes

February 20th, 2010 Denise Rangel Postado em Família e Amigos, Meio ambiente, Rede Ecoblogs | Quer comentar? »

Continuando a série de posts sobre a Flexpedition 2010, da qual participei como expedicionária, para conhecer em detalhes ações de cunho sustentável da GM.

Durante a visita ao Campo de Provas da Cruz Alta, em Indaiatuba, a 130 quilômetros da capital paulista, os jornalistas  e blogueiros participantes da Chevrolet  Flexpedition 2010 viram de perto como ocorre o desenvolvimento tecnológico automotivo da GM, sempre preocupada com o respeito ao meio ambiente e às pessoas.

Logo à chegada, os expedicionários perceberam que o Campo de Provas da Cruz Alta mais parece um parque ecológico, com muitas áreas verdes. Visitamos a casa da Fazenda,  preservada pela GM, em suas características originais. Estão intactos, o velhos casarão da antiga fazenda da família Waldemarin, ex-proprietários, e as casas ocupadas pelos colonos.

A GM teve o cuidado de construir as pistas, laboratórios, escritórios e oficinas de modo a não quebrar o equilíbrio natural, preservando a fauna e a flora locais. Soubemos que, para evitar acidentes, foram construídas cercas ao longo das pistas, a fim de preservar os animais nativos. O CPCA tem capivaras, cobras, pássaros de várias espécies , entre outros animais.

A preocupação com a ecologia está presente na preservação de grande parte da mata nativa, encontrada na Fazenda Cruz Alta, há 25 anos. O campo de provas da GM abriga uma reserva florestal  formada por variadas espécies, vegetais e animais.

Na  área de reflorestamento do CPCA foram plantadas 350 mil mudas de árvores nativas da região. Há ainda 60 hectares plantados com mais de dez mil nogueiras macadâmia. Há uma intensa atividade agrícola que contribui para a preservação ambiental, através do reflorestamento, com pinheiros, eucaliptos e casuarinas.

A preservação de áreas verdes e matas em seus complexos industriais e comerciais, e das espécies animais que nelas vivem, é, certamente, um ponto alto nas ações ambientais da GM.

Fotos: Pedro Danthas

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